SOS Mulher 190: Governo do Pará lança plataforma de proteção silenciosa para mulheres
A governadora do Pará, Hana Ghassan, deu um passo decisivo no fortalecimento da rede de proteção feminina no estado. Na última quinta-feira (9), em Belém, foi lançada oficialmente a plataforma SOS Mulher 190. A iniciativa, que já está em operação, visa agilizar o socorro a vítimas de violência doméstica por meio de tecnologia de ponta, permitindo que o pedido de ajuda ocorra de forma silenciosa e prioritária.
Em reportagem detalhada veiculada na Marajó Tv, a governadora reforçou que a segurança pública é pilar central de sua gestão. "Nós não vamos tolerar nenhum tipo de violência contra a mulher no Pará. Hoje lançamos uma ferramenta única que se chama SOS Mulher, uma proteção silenciosa", afirmou Hana Ghassan durante o evento de lançamento.
A grande inovação ocorre no momento da emergência: se a mulher estiver em perigo, basta discar 190. O sistema identifica automaticamente a chamadora, sua localização em tempo real via rastreamento de celular e o histórico de risco. O atendimento passa a ser tratado com prioridade máxima pelas forças de segurança, sem a necessidade de a vítima dizer uma única palavra ao telefone — um recurso vital para situações em que o agressor está por perto e impede a comunicação verbal.
A integração tecnológica permite que, ao receber o alerta silencioso, as equipes da Polícia Militar ou da Base Fluvial Integrada de Segurança Pública "Antônio Lemos", em Breves, sejam acionadas imediatamente. Segundo informações do governo, o serviço dispensa a necessidade de uma medida protetiva já expedida, permitindo que qualquer mulher em situação de vulnerabilidade se cadastre preventivamente.
De acordo com a governadora Hana Ghassan, a meta é garantir que a resposta do Estado chegue antes que a tragédia aconteça. "A partir da ligação, nós localizamos onde ela está e vamos ao encontro dessa mulher. É uma ação concreta para salvar vidas".
Em reportagem detalhada veiculada na Marajó Tv, a governadora reforçou que a segurança pública é pilar central de sua gestão. "Nós não vamos tolerar nenhum tipo de violência contra a mulher no Pará. Hoje lançamos uma ferramenta única que se chama SOS Mulher, uma proteção silenciosa", afirmou Hana Ghassan durante o evento de lançamento.
Como funciona a proteção silenciosa?
Diferente de aplicativos convencionais que podem ser descobertos por agressores, o SOS Mulher 190 é uma plataforma de cadastro web. Após realizar um registro rápido no site oficial da Secretaria de Segurança Pública (segup.pa.gov.br), o número de telefone da mulher e seu endereço ficam vinculados ao sistema do Centro Integrado de Operações (Ciop).A grande inovação ocorre no momento da emergência: se a mulher estiver em perigo, basta discar 190. O sistema identifica automaticamente a chamadora, sua localização em tempo real via rastreamento de celular e o histórico de risco. O atendimento passa a ser tratado com prioridade máxima pelas forças de segurança, sem a necessidade de a vítima dizer uma única palavra ao telefone — um recurso vital para situações em que o agressor está por perto e impede a comunicação verbal.
Impacto em Breves e no Arquipélago do Marajó
Para a região do Marajó, especialmente em Breves, a ferramenta representa um avanço logístico significativo. A plataforma integra-se ao programa Pró-Mulher Pará, que já conta com uma estrutura especializada na região, incluindo as famosas "lanchas rosas" e viaturas exclusivas para o atendimento feminino.A integração tecnológica permite que, ao receber o alerta silencioso, as equipes da Polícia Militar ou da Base Fluvial Integrada de Segurança Pública "Antônio Lemos", em Breves, sejam acionadas imediatamente. Segundo informações do governo, o serviço dispensa a necessidade de uma medida protetiva já expedida, permitindo que qualquer mulher em situação de vulnerabilidade se cadastre preventivamente.
Rede de Apoio Fortalecida
Além do novo sistema 190, o estado conta hoje com uma rede que inclui 21 Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAM), a DEAM Virtual e a Delegacia Especializada em Feminicídio (Defem). No Marajó, o suporte biopsicossocial do espaço "Pró-Mulher Acolhe" e os totens de autoatendimento continuam sendo pontos de apoio essenciais para a comunidade local.De acordo com a governadora Hana Ghassan, a meta é garantir que a resposta do Estado chegue antes que a tragédia aconteça. "A partir da ligação, nós localizamos onde ela está e vamos ao encontro dessa mulher. É uma ação concreta para salvar vidas".